sábado, 6 de outubro de 2012

NIRA - Sem medo de ser feliz, o agradecimento

Bom dia a todos, 
Quero aqui agradecer pelo apoio recebido e dizer que tenho enorme gratidão pelas pessoas que divulgaram minha carta, FALANDO A VERDADE SEM MEDO DE SER FELIZ....
Agradeco também as oracões e pedidos de protecao espiritual das pessoas que temem por alguma represalia contra minha pessoa, CREIO MUITO EM DEUS e ainda confio na justica da Terra...
QUERO HOJE FALAR DA MINHA INDIGNACAO COM ABUSO DE PODER DO IMPERIO VIANISTA, OBSERVEM ATE ONDE ELES VAO.... 
FUI CONVIDADA PELO SAID FILHO PARA UMA ENTREVISTA SOBRA MINHA CARTA, GRAVAMOS O PRIMEIRO BLOCO INTEIRO, SEGUIDO DA GRAVACAO DO PROF. ElDER DA UFAC, PARA APRESENTACAO NA QUINTA FEIRA, DIA 04/10/2012. VCS JA IMAGINAM O QUE ACONTECEU..... 
A GRAVACAO NAO FOI AO AR E A JUSTIFICATIVA DO SAID, FOI QUE A PRODUCAO ACHOU QUE O TRIBUNAL ELEITORAL IRIA NOTIFICAR A EMISSORA E DISSE QUE SERIA PUBLICADO NA SEGUNDA FEIRA, DIA 08/10... AINDA DISSE QUE SO PODERIA ME ENTREGAR A COPIA DO VT NA SEGUNDA FEIRA. 
ABSURDO, ISSO É REVOLTANTE, NAO SE PODE VIVER SEM LIBERDADE... UM GRUPO NAO PODE DOMINAR TUDO NEM TODOS, PELO AMOR DE DEUS... 
ATE QUANDO VAMOS ACEITAR ESSAS COISAS,...... 
SEMPRE LUTAMOS PELA LIBERDADE DE EXPRESSAO, POR QUE ESTAMOS CALADOS AGORA? VOCE ELEITOR ACHA JUSTO QUE ESSAS COISAS ACONTEÇAM?.....
 DEMOCRACIA NAO FAZ MAL A NINGUEM.... 
PRECISO DE AJUDA. SE ALGUM ADVOGADO PODER ME AJUDAR ENTRE EM CONTATO COMIGO....QUERO PROCESSAR A EMISSORA POR AGIR DE MA FÉ..POR QUE CONVIDOU SE NAO TINHA A INTENÇAO DE DIVULGAR. POIS JA TINHA RECUSADO OUTROS CONVITES PORQUE ESTA RELACIONADO A CANDIDATOS A E B......
POR QUE IMPERADOR MINHA ENTREVISTA NAO PODIA SER DIVULGADA?......POR QUE NEM O DIREITO DE TER MINHA ENTREVISTA PARA APRESENTAR NO FACE? ......
ISSO SIM É BAIXARIA....É VERGONHOSO E ATÉ CRIMINOSO, POR FAVOR VAMOS PARAR COM ESSAS ATITUDES... VAMOS PUXAR LOGO O FREIO DE MAO PARA ARRUMAR ESSAS E OUTRAS COISAS... 
POVO ACRIANO VAMOS TIRAR AS AMORDAÇAS... VAMOS ABRIR OS OLHOS PARA ESSAS E OUTRAS COISAS QUE ESTAO ACONTECENDO NA NOSSA FRENTE..... NAO ABRO MAO DO MEU DIREITO DE LIBERDADE DE EXPRESSAO... 
Obrigada pela atençao, e me desculpe por mais este desabafo, fica dificil aceitar certas coisas....

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Regulamentar consulta prévia só com revogação da Portaria 303

Tentando jogar com palavras, setores do governo federal vêm afirmando aos povos indígenas que com a suspensão da Portaria 303 as mobilizações contra a medida, publicada em julho pela Advocacia Geral da União (AGU), são desnecessárias. Inclusive os governistas pretendem retomar o processo de regulamentação da Convenção 169.  

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) vem a público esclarecer que tudo não passa de mais uma manobra deste governo. Se junta assim às organizações indígenas brasileiras para reforçar o que as comunidades país afora exigem: a revogação imediata da providência.

A Portaria 303 sofreu apenas mais um adiamento (Portaria 415) e está programada para entrar em vigor logo após o julgamento no STF dos embargos de declaração às condicionantes apresentadas no voto do então ministro Carlos Menezes de Direito sobre a Terra Indígena Raposa Serra do Sol.

Governo federal e AGU manipulam as informações de forma desastrosa e lamentável para enganar os povos indígenas: independente do resultado da votação dos embargos no STF, a Portaria 303 passará a valer.  

Entre os entendimentos da portaria, está a revisão de demarcações e homologações, além da não necessidade de consulta às comunidades afetadas pela construção de hidrelétricas e demais grandes obras, expansão das fronteiras agropecuárias e exploração de minérios.

Ao mesmo tempo a Funai pretende retomar a regulamentação da Convenção 169 da OIT. O Cimi reforça a manifestação da Articulação dos Povos Indígenas Brasileiros (Apib), segundo a qual não há sentido em se retomar o processo de regulamentação da consulta enquanto a Portaria 303 não for revogada.   

Caso o governo federal não demova a medida de sua pauta, o patrimônio público será lesado para atender aos interesses privados do agronegócio, das mineradoras, das construtoras e aventureiros do capital na busca por lucros em terras protegidas pela Constituição Federal.    

Conselho Indigenista Missionário – Cimi

Brasília, 4 de outubro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Que Deus o abençoe, sempre!

Igor Nunes Padilha



Aprovado para o Curso de Engenharia Aeroespacial na UNB (Universidade Nacional de Brasília), meu filho segue agora para Brasília onde estudará e residirá pelos próximos seis anos.

Confesso que estou tomado por um misto de alegria e saudável orgulho mas, ao mesmo tempo, já mergulhado em uma saudade imensa. Afinal, sempre moramos juntos, nestes 18 anos de sua existência. Igor é um rapaz muito especial, não por ser meu filho mas pela sua inteligência, simplicidade e clara opção pelos mais pobres.

De tantas coisas que eu gostaria de dizer a ele neste momento, limitarei a apenas dizer e pedir para que continue sempre sendo esta pessoa honesta, leal e amiga. Nunca, sob qualquer pretexto, abandone os empobrecido e nunca mude de lado. Não se deixe corromper pelo poder e nem pelo dinheiro. Batalha perdida é a que não enfrentamos.

Com muita saudade, meus parabens!!

Que Deus o abençoe sempre!!

O Acre que os mercadores da natureza escondem

Informações: Pravda.ru

Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: O Acre que os mercadores da natureza escondem. 17353.jpegAtivistas lançam o dossiê "O Acre que os mercadores da natureza escondem" para evidenciar que as polÍticas governamentais no Estado, em vez de representarem um exemplo bem-sucedido para a implementação da economia verde na Amazônia, exemplificam justamente a falência deste modelo, revelando-o como ambientalmente destrutivo e socialmente excludente.

POR MICHAEL F. SCHMIDLEHNER

Ativistas lançam o dossiê "O Acre que os mercadores da natureza escondem" para evidenciar que as polÍticas governamentais no Estado, em vez de representarem um exemplo bem-sucedido para a implementação da economia verde na Amazônia, exemplificam justamente a falência deste modelo, revelando-o como ambientalmente destrutivo e socialmente excludente.

"O Acre está pronto para REDD", "O Acre é exemplo de economia verde". "O Acre possui um histórico de luta em defesa do meio ambiente, desde os movimentos sociais de base, a importância de Chico Mendes, até culminar na atual política de Estado pautada na valorização do ativo ambientalflorestal." Afirmações como estas, que projetam o Acre como modelo da economia verde vem sendo divulgadas com frequência nos últimos anos por ONGs multinacionais, instituições ligadas à ONU e pelo próprio governo deste estado.
Como o Acre chegou a servir de exemplo para estes mecanismos mercadológicos que vem sendo apresentados no âmbito da Rio+20 como soluções para as múltiplas crises que a terra e a humanidade vem enfrentando? Qual realidade social, ambiental e econômica encontramos, quando olhamos mais de perto para o Acre, alem das frases propagandistas? O que se esconde atrás da imagem verde do Acre?

Em novembro do ano passado, um documento intitulado "Carta do Acre", foi elaborado no Acre por representantes de trinta organizações da sociedade civil. Este manifesto trouxe pela primeira vez uma critica radical da politica governamental acriana por parte da sociedade civil, revelando abertamente praticas de destruição ambiental e repressão social, apontando os interesses capitalistas que de fato dominam esta política e rejeitando a mercantilização da natureza que ela em ultima consequência promove. A Carta do Acre surtiu fortes reações por parte de instituições ligadas ao governo do estado. Organizações que haviam assinadas o manifesto, posteriormente se sentiram pressionadas para retirar sua assinatura.

Não obstante, um pequeno grupo composto por pesquisadores, ativistas e trabalhadores extrativistas acrianos ousam levar adiante as criticas, levantar mais detalhadamente os fatos que contradizem a sustentabilidade e participação social reivindicados pelos governantes do seu estado. O grupo compromete-se a analisar mais afundo o jogo de interesses que impulsiona a construção discursiva de uma determinada "identidade" do povo acriano que estaria agora se auto-realizando por meio da economia verde.

O dossiê "O Acre que os Mercadores da Natureza E$condem" revela - por meio de cinco textos complementares e uma entrevista com a presidente do STR de Xapuri Dercy Teles - chocantes detalhes da vida dentro das florestas acrianas, das represálias que seus moradores sofrem por parte de órgãos ambientais, do sofrimento de comunidades indígenas que não tem voz para denunciar a invasão de suas terras e os descasos de saúde e educação nas suas comunidades.

O dossiê levanta quais foram as condições históricas que possibilitaram a consolidação da hegemonia no Acre no contexto de uma geopolítica capitalista da ONU, do Banco Mundial e das dominantes ONGs. como a imagem de Chico Mendes foi manipulada ao ponto de servir como "patrono" da economia verde, enquanto a tutelagem dos povos da floresta viabiliza a implementação dos ambiciosos planos de manejo madeireiro, e facilita o comercio de carbono e de "serviços ambientais", gerando lucros para empresas e ONGs.

O dossiê evidencia, na entrevista com Dercy Teles, como as comunidades chamados "beneficiários" de tais programas de fato vem sendo inibidos em exercer a autogestão dos seus territórios e recursos: "E essas bolsas que tão sendo disponibilizadas nem que fosse de um milhão de reais, mas ninguém vive parado num canto porque a vida perde a razão, né, você vai se sentir inútil, né, não tem como a pessoa viver parada só comendo e olhando pra mata sem poder fazer tudo aquilo que ele cresceu fazendo, pescando, caçando, andando, fazendo sua roça, etc."

Ao analisar o entrelaçamento dos interesses exploratórios nos níveis global e local, os autores conseguem evidenciar como o governo acriano consegue para fora produzir o discurso verde blindando-se por dentro contra qualquer critica, e como os bancos internacionais conseguem justificar suas politicas em âmbito internacional através da "vitrine" acriana e em contrapartida, financiam o sistema de poder local.

A inexorável análise do caso do Acre leva os autores a renunciar de concepções amplamente compartilhados por organizações da sociedade civil. Descartando a possibilidade de manejo madeireiro em florestas primárias como uso sustentável, a possibilidade de melhorar a qualidade de vida e autonomia dos povos da floresta através do comercio de carbono ou serviços ambientais, os autores apontam as experiências da implementação da economia verde no Acre como importante exemplo a não ser seguido. O dossiê pretende servir para alertar os povos das florestas e os movimentos sociais no mundo afora sobre as armadilhas do discurso capitalista "esverdeado" e incentivá-las a questionar de forma mais radical seus pressupostos e paradigmas.

O dossiê esta disponivel para download a partir do site do Conselho Indigenista Missionário
e foi lançado oficialmente por meio de uma conferencia de imprensa em Rio de Janeiro, nos dias da Rio+20.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

FALANDO A VERDADE SEM MEDO DE SER FELIZ...

Em documento publicado por Aldenira Cunha Hunikui, uma das mais importantes lideranças do movimento social do Acre, historicamente engajada e defessora das causas sociais, inclusive a causa indígena, vem à tona várias mazelas patrocinadas pelo Partido dos Trabalhadores com apoio da Frente Popular do Acre, há mais de 14 anos no poder no Acre.
O documento vem em forma de carta à população e recheado de indicativos de que o povo acreano foi e tem sido enganado e traído durante todos esses anos. Mas, a carta aponta também caminhos e convoca a toda a população a tomar as rédeas e o governo novamente. Recomeçar aparece como palavra de ordem, sem revolta mas repondo à verdade. Eis o texto.

FALANDO A VERDADE SEM MEDO DE SER FELIZ...

“PORQUE NÃO HÁ REMENDO QUANDO O MAL FOI FEITO, O JEITO AGORA É COMEÇAR DE NOVO”...

Prezados ELEITORES ACRIANOS...

Bom dia, Boa tarde ou Boa noite, menciono as três saudações, por não saber exatamente o horário que esta mensagem chegara ás suas mãos, Sou a Professora Aldenira Cunha, conhecida carinhosamente por Nira, sou mãe, sou esposa, sou irmã, sou tia, sou madrinha, sou até tia madrinha, sou amiga etc... Sou Filha da luta, sou evangélica com vitorias e derrotas, todavia, tenho um coração cheio de SONHOS e muita determinação na alma para lutar por algo que verdadeiramente acredite, sou cidadã comum igual a você, e humildemente peço-lhe um pouco de sua atenção, para leitura desta mensagem. Uso esta folha de papel, por não ter acesso a outro meio de comunicação, para que juntos possamos refletir sobre alguns pontos, que creio serem importantíssimos, nestes dias que antecedem as eleições municipais...

Quero começar falando da minha imensa ALEGRIA de lá no passado ter acreditado e lutado muito com Marina Silva, Francisca Marinheiro, Lhê, Nilson Mourão e Conceição, Naluh Gouveia e Jair, Rosana, Almerinda Cunha, Conceição Cabral, Cláudio Ezequiel, Ivanilde, Rita Paro, Manoel Lima, Gerlande Sales, Adma Lima, Elza, Nelci, Naderge, Sergio Roberto, Nilson Mourão, Chico Pereira, Perpetua e Edivaldo, Marcos Afonso e Tiana, Hildo Montesuma, Sergio Taboada, Marcio Batista, Sonia Chaves, Valdomiro e muitos outros Companheiros e Camaradas, para ajudar a FPA- Frente Popular do Acre a tomar o Governo dos antigos PROPRIETÁRIOS DO PODER. 

Hoje, com imensa TRISTEZA no coração vejo a FPA se transformar em IV - IMPÉRIO VIANISTA. Tenho muito respeito às pessoas como cristãos e seres humanos, porém, não posso deixar de falar da minha decepção com o atual SISTEMA DE GOVERNO, e com algumas atitudes equivocadas de alguns gestores, que tentam mascarar a nossa realidade já tão sofrida, para que a população acredite que tudo está bem, não reclame seus direitos e nem cobre o governo, Isso sim é BAIXARIA, um bom gestor não dever MASCARAR a VERDADE, por mais dura que seja, não deve esconder seus problemas no final do palco com cortinas de chita bem coloridas, para não atrapalhar o show, é preciso admitir que temos problemas, para então acharmos as soluções, melhor do que esconder a verdade é buscar formas de melhorar a realidade. 

Quero lembrar que, FPA foi projetada para cuidar do ACRE com carinho, ética, responsabilidade e respeito, com a participação POPULAR, para acabar/reduzir com trocas de favores políticos, compra de votos e cargos, pelo menos reduzir a CORRUPCAO. Algumas metas foram alcançadas, isso não se pode negar principalmente as obras eleitoreiras, entretanto, após o segundo mandato, à luta desesperada para permanecer no poder, as alianças eticamente absurdas e imorais, onde os antigos PROPRIETÁRIOS DO PODER já estavam todos novamente no poder, que vergonha... 

O pior de tudo é que estavam na FPA, ou seja, marco inicial do IV, mesmo com a rejeição de alguns companheiros e camaradas, as alianças foram consolidadas para somar na permanência do poder, julgando-se estar sempre acima da lei, Império Vianista passou a agir de acordo com sua vontade soberana, onde a decisão não era mais coletiva, e sim GRUPAL, tudo passou a ser de acordo com a vontade do Imperador, isto é retroceder politicamente, o ELEITOR ACRIANO não suporta mais isso. O Império Vianista já se esqueceu da eleição do CABIDE na Vaga do Márcio Batista, líder do prefeito na Câmara? 

Foi só um alerta para dizer que quem elege, também tira o poder... 

Esqueceu também do trio de senadores Jorge, Tião e Edvaldo? O povo disse que não queria Edvaldo, que também foi líder do Governo na Assembleia, o povo Votou Jorge, Tião e Petecao, poderia ter sido diferente se fosse Perpetua ou qualquer outro companheiro/Camarada, já que os outros partidos da FPA/IV se contentam somente com a divisão dos cargos e Secretarias, todavia, não era esta a vontade do Império Vianista, Percebe-se que este grupo não aprendeu com essas lições, nem fez dever de casa, pois ate hoje não aprendeu a respeitar o eleitor, lembre-se de que é preciso saber ouvir a população, pois o voto consciente e uma arma poderosa. 

Por isso eleitor acriano, nesta eleição Municipal, só você poderá resgatar o ACRE e a FPA do Império Vianista, pois vivemos hoje mais um DECRETO DO IMPERADOR, Marcus Alexandre para prefeitura, poderíamos ter como candidato Siba, Perpétua ou qualquer um Companheiro ou Camarada com raiz popular, nomes representativos da base comunitária e/ou luta sindical, com olhares voltados para causa, Infelizmente esta não é a vontade do Império Vianista, observe que eles estão fazendo com nossos verdadeiros representantes, o mesmo que fizeram com a nossa Deputada Estadual, Naluh Gouveia, tanto que puxaram o tapete dela, que ela desistiu, porque e mais fácil MANIPULAR um politico sem base, do que enfrentar pressão da comunidade mobilizada, hoje não temos mais ninguém defendendo a comunidade, os trabalhadores, os pequenos produtores, seringueiros, todos defendem o SISTEMA DE GOVERNO.

Quero ouvir a voz dos nossos representantes nos defendendo, como antigamente, CHEGA, CHEGA e CHEGA, JÁ PASSOU DA HORA DE TIRAR AS MORDAÇAS E GRITAR BEM ALTO E FORTE, QUE QUEREMOS NOSSO ACRE COM GOVERNO DEMOCRATICO, POPULAR E PARTICIPATIVO DE VOLTA, SEM MEDO DE SER FELIZ DE NOVO, queremos nossos direitos respeitados e garantidos, precisamos de oposição, para UM fiscalizar o OUTRO, toda unanimidade é burra, podemos ver isso claramente, Tudo de mais faz mal, até mesmo o poder.

GOVERNO FEDERAL é 13, GOVERNO ESTADUAL é 13 e GOVERNO MUNICIPAL é 13, vem tudo lá de cima para baixo, e como sempre, acaba massacrando os menores que somos nós. Se todos tiverem do mesmo lado e olharem para o mesmo foco, quem olhará para o outro lado? Pense bem nisso caro eleitor, seu voto é muito importante para termos de volta o ACRE que queremos e merecemos...

Eleger o candidato do Império Vianista, é assinar em branco para mais quatro anos de Poder Absoluto e Totalitário no Acre, é rejeitar a democracia para viver na monarquia, é dizer SIM para falta de liberdade de expressão; SIM para perseguição de quem mesmo tentando ajudar com criticas construtivas é tratados como inimigo; SIM para o mundo mascarado do Acre no país das maravilhas; SIM para o pagamento da divida do Acre com a nossa floresta, que todo dia vemos passar nos caminhões de toras pelo centro da nossa cidade; SIM para ramais sem condições de trafegabilidade; SIM para Saúde de primeiro mundo, sem médicos, sem equipamentos, sem medicamentos, funcionários sobrecarregados sem condições de trabalho; SIM para postos de saúde sem médicos, sem dentistas, sem condições de trabalho; SIM para aumento de óbito de pacientes da lista de espera por cirurgia e exames; SIM para o SAE continuar sem condições necessária para atender bem aos hepatopatas; SIM para mais óbitos de indígenas por negligencia e incompetência do DSEI ARPU, porque o atual gestor e um agente de endemias, porém, sua indicação, foi mais um decreto equivocado do Imperador; SIM para falta de recursos para construção de escola na zona rural e nas Terras Indígenas; SIM para isolamento de comunidades rurais que não tem ramais por não aceitarem o tal manejo sustentável; SIM PARA crianças sem sala de aula e sem creche; SIM para o aumento de funcionários públicos em tratamento com síndrome de pânico e demais doenças do sistema nervoso por medo, angustia de ter que calar, quando gostaria de falar, mas não pode; SIM para perseguição de Agentes comunitários de saúde que se recusaram a ir para reunião do Marcus Alexandre; SIM para os trabalhos apressados e mal executados em vésperas de eleição para enganar os eleitores, como foi a conclusão da BR 364 e agora as RUAS DO POVO; SIM para muitas outras coisas erradas que ainda não sabemos, etc.

O SISTEMA de GOVERNO que temos hoje não é o que queremos, não é o que merecemos, nem o que projetamos, por isso, CONVIDO VOCÊ ELEITOR ACRIANO, para juntos puxarmos o freio de mão desta máquina de governo, SEM MEDO DE SER FELIZ DE NOVO, é preciso parar para avaliar e repensar nosso programa de governo, esta máquina bateu o motor e quebrou o eixo de direção, há 4 anos pensei que iria melhorar, que seria possível consertar a maquina andando, entretanto, hoje percebo que não vai dar para arrumar o motor e a eixo de direção em movimento, precisamos MESMO puxar o freio de mão, antes que caia no abismo e se tenha PT- Perda Total - do processo, ainda acredito que pode dar certo, pois na hora que a máquina parar, os oportunistas e PROPRIETÁRIOS DO PODER pegarão carona na outra maquina, para permanecerem nos cargos e secretarias, e então, nossa maquina ficara parada, sendo consertada com ajuda de todos, para então RECOMEÇAR, de forma correta de onde parou, PORQUE NÃO HÁ REMENDO QUANDO O MAL JÁ FOI FEITO, O JEITO AGORA É COMEÇAR DE NOVO.

Você Lembra desta musica na campanha do Jorge? Onde o desejo de mudança era geral, cantávamos com o coração, certos de que tudo seria diferente. O que houve mesmo? E agora o que fazer? Primeiramente é preciso admitir que como humanos erramos muito, colocamos algumas pessoas no comando desta maquina, sem habilitação para vida pública, alguns até importados para o Acre, como é o caso do Marcus Alexandre e outros mais, sem demonstrar preocupação com a população, até parece que a única importância é ganhar, ganhar e ganhar, para permanecer no poder, sem respeitar nada, nem ninguém.

Ainda bem que aprendi com Marina Silva, minha mestra inspiradora politicamente, que MELHOR e PERDER GANHANDO do que GANHAR PERDENDO, vamos perder a prefeitura, não dar mais para continuar como estar, e preciso cuidar melhor do Estado para garantir um futuro melhor, lembrando que, quem ama educa! Precisamos ajudar a FPA a voltar para as mãos do povo novamente, conto com você eleitor acriano, SEM RAIVA, SEM ÓDIO, SEM RANCOR, pelo contrario, COM MUITO AMOR PELO NOSSO ESTADO E PELA NOSSA POPULAÇÃO, que é TÃO GUERREIRA E TÃO ESQUECIDA.

Não indico aqui nenhum candidato, pois minha intenção não é esta, para PUXAR O FREIO DE MÃO desta maquina desgovernada e salvar o ACRE e FPA do IV, você poderá votar em um dos demais candidatos. Ainda bem que este ano temos mais opções, citarei por ordem alfabética, para não privilegiar nenhum candidato: Antônia Lucia-20- Deputada Federal, evangélica, empresaria; Fernando Melo-15- Já esteve na prefeitura junto com Jorge Viana; Leôncio Castro -33- Jovem Guerreiro, Novo politicamente, porem, competente e corajoso; Profa. Pelegrina-50- Mulher de luta, conhecedora da realidade; Tião Bocalom- 45-antiga oposição ao governo e ex-prefeito de Acrelândia.

Agradeço sua atenção, espero que você tenha compreendido esta mensagem, não me leve a mal, não aguentava mais calar, ou ver e ouvir com indiferença algumas injustiças cometidas ás pessoas humildes e amigas, sem que ninguém tenha coragem de defendê-las, com medo das represálias do Império Vianista, neste mundo, em que só estamos de passagem, não somos melhores nem piores que ninguém, simplesmente temos oportunidades diferentes, aqui na terra sou temente a DEUS e respeitos aos seres humanos.
Carinhosamente,

Nira

Quero aqui pedir desculpas a algumas pessoas especiais, por não ter aguentado mais calar, faço isso porque ainda acredito que é possível dar certo, basta acreditar e lutar, como sempre fizemos:

Minha Família Amada - principalmente minha irmã Almerinda Cunha, maioria 13 por convicção e criação materna, onde aprendemos que tudo que incomoda tem que ser resolvido, nunca escondido;

Meu Vereador e amigo Irailton Lima, fruto da promessa de Deus e semente politica da Marina Silva, até a vitória companheiro;

Suely Melo e Selene- Mulheres de garra a quem devemos muito, pelo muito que fizeram pela saúde indígena, só DEUS poderá pagá-las;

Cacá indígena- nosso filósofo e doce poeta ainda sinto saudades do primeiro mandato do Jorge, acolhedor, participativo e popular, não sei se hoje ainda seria possível, depois dos decretos do Império Vianista;

Algumas Verdades para responder algumas mentiras

É mentira que se o prefeito do 13 perder, o ACRE vai ficar sem recursos, isso é inconstitucional, o recurso é do Estado e da Prefeitura, e não de candidato A ou B;

É mentira que se Marcus Alexandre perder, a Dilma vai cortar os salários da Bolsa família e Bolsa escola, este recurso não é do 13, é um recurso Federal, isso também é inconstitucional;

É mentira que se o Marcus Alexandre perder, o Governo Estadual não vai dar dinheiro para prefeitura, isto é além de imoral é também inconstitucional;

Dilma não conhece o Acre nem Marcus Alexandre, ela só pede voto para ele, para garantir sua reeleição pelo PT, para presidente. Até quando vamos permitir que nos enganem desse jeito? ? ?

NÃO PRECISA MENTIR PARA GANHAR ELEIÇAO, SÓ TEM QUE TRABALHAR CORRETAMENTE.

POR ISSO, POR AMOR AO ACRE, VAMOS JUNTOS PUXAR O FREIO DE MAO

Aldenira Cunha HuniKui



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

REDD+: Encontro de governadores é marcado por protestos

Jéssica Lipinski - Fonte: Instituto CarbonoBrasil
Evento internacional em Chiapas, no México, discutiu possíveis acordos multilaterais para reduzir emissões de gases do efeito estufa do desmatamento e uso da terra, mas povos locais reclamam de terem seus direitos violados

Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: Descrição: http://www.institutocarbonobrasil.org.br/arquivos_web/geral/reddmonitor.jpgNa última semana, governadores do Brasil, Estados Unidos, Indonésia, México, Nigéria e Peru se reuniram no estado mexicano de Chiapas para trabalharem por acordos comuns entre esses países a fim de reduzirem as emissões de carbono provenientes do desmatamento e da agricultura.

Os países que participaram do 6º Encontro Anual da Força Tarefa dos Governadores para Clima e Florestas (GCF) reúnem cerca de 20% das florestas tropicais do mundo, e o atual estado de conservação de suas florestas torna essencial que ajam de maneira rápida para desenvolver a preservação dos ecossistemas e da biodiversidade tropical. 

“Nossa terra está nos pedindo por ação, pedindo-nos para mudar nossa consciência. Devemos conservar e replantar nossas florestas”, comentou Juan Sabines Guerrero, governador de Chiapas.

A agenda do evento foi focada na implementação equitativa de iniciativas climáticas e florestais como a redução de emissões por desmatamento e degradação, através da conservação, do manejo sustentável e do aumento dos estoques de carbono das florestas em países em desenvolvimento (REDD+) e a mitigação de gases do efeito estufa (GEEs) provenientes do desenvolvimento agrícola.

Foram apresentados relatórios dos participantes da GCF sobre suas atividades, e a reunião também enfatizou a relação entre iniciativas em níveis estadual e nacional e a necessidade de conciliar regulamentações e políticas para reduzir o desmatamento.

Os interessados compartilharam ideias e preocupações para ajudar a garantir um processo abrangente que integre todas as perspectivas, como salvaguardas socioambientais, ferramentas e metodologias para monitorar, reportar e verificar as emissões do desmatamento e uso da terra.

Além disso, os 17 estados participantes acolheram um novo membro, o Tocantins. Agora, o estado é o sexto brasileiro a participar da GCF, juntamente com Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso e Pará.
Anteriormente, o Tocantins já estava participando do GCF, procurando trocar experiências com os estados participantes e avançar na implementação do REDD no estado, mas apenas como observador.

“A nossa entrada na GCF reforça a política do governo em buscar oportunidades e alternativas para valorizar o meio ambiente e contribuir para o desenvolvimento mundial”, observou Divaldo Rezende, secretário do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do estado, que representou o governador tocantinense.

Mas nem todos concordam que essas iniciativas sejam a melhor forma de preservar as florestas tropicais e melhorar a vida das comunidades que dependem delas. Durante o evento, moradores de Chiapas se manifestaram contra o REDD e a chamada ‘economia verde’.

“Não queremos REDD; aqui ou lá, a luta continuará. Parem a usurpação de terras! O governo de Chiapas está mentindo para vocês. Eles não nos informaram ou consultaram. Não queremos REDD”, protestaram.
Segundo eles, esse tipo de ferramenta, além de ser muito questionável, não ajuda na conservação, e só serve para firmar o atual modelo econômico desigual e a posição de poluidores dos países desenvolvidos, além de prejudicar os povos florestais.

Eles produziram uma declaração, assinada também por ONGs e povos de outros estados participantes da GCF, afirmando que o REDD+ é apenas um pretexto para que países desenvolvidos e suas empresas avancem com seus novos programas para privatizar as florestas tropicais, apropriando recursos e serviços, elevando a produção insustentável de biocombustíveis, destruindo muitas formas de vida e rompendo os obstáculos históricos ao capital, tudo isso disfarçado sob o nome de ‘economia verde’.

Eles afirmaram também que o REDD+, em vez de realmente resolver as causas das emissões de gases do efeito estufa, apenas ‘compensa’ essas emissões, permitindo a continuidade do modelo consumista e predatório.

Disseram ainda que o programa não respeita os direitos dos povos indígenas, não tem uma medida confiável da captura das emissões de CO2, cria um novo ciclo para o capitalismo especulativo, contribui para o êxodo rural e já foi inclusive responsável por casos de violência contra aqueles que se mostraram contrários à sua implementação.

Assim, os manifestantes pediram por medidas democráticas e tecnicamente coerentes para fazer a transição para um sistema energético sustentável, que os principais emissores implementem mecanismos para reduzirem seus GEEs sem substituições e compensações e que os recursos para conservar florestas sejam definidos democraticamente, e não baseados em imposições ou compensações que permitam a continuação da contaminação.

“Alertamos as pessoas e comunidades do mundo para esse programa cínico de espoliação, na qual a destruição ou conservação de todos os tipos de florestas tropicais, incluindo manguezais (como ocorreu recentemente na Guatemala e México), ou seus opostos perversos, plantações e monoculturas, são declaradas e impostas tanto como a causa como o principal remédio para as mudanças climáticas”, concluíram.

Imagem: Manifestantes afirmam que REDD+ é apenas um pretexto para que países desenvolvidos e suas empresas avancem com seus novos programas para privatizar as florestas tropicais / Chris Lang - REDD Monitor.

Depois da eleição, o furacão da mineração em terras indígenas


Remover a terra, numa guerra desigual e insaciável, em busca do vil metal! Eis a nova batalha anunciada. As vítimas serão mais uma vez os povos indígenas, que verão enormes máquinas adentrarem seus territórios, rasgarem o ventre da mãe terra e dela extraírem riquezas para saciar a voracidade de acumulação de capital e poder. Mineradoras do mundo inteiro estão com suas máquinas a postos, aguardando apenas o sinal verde da aprovação do projeto que regulamente a exploração mineral em terras indígenas. O relator da Comissão Especial criada na Câmara dos Deputados, deputado Edio Lopes, já anunciou que seu relatório está pronto e estará sendo colocado em votação logo depois das eleições. "Pelas contas do relator, há quase 10 mil requerimentos de pesquisa de lavra, 150 pedidos de lavra e 10 títulos de lavra que incidem sobre terras indígenas". O autor do projeto de Lei é o senador Romero Jucá, de Roraima, que tem enormes expectativas na aprovação, pois parentes seus tem mineradoras naquele estado. O projeto 1610/96 tramita no Congresso Nacional há mais de 15 anos. Os povos indígenas e seus aliados já se pronunciaram inúmeras vezes contrários à aprovação entendendo que essa questão deve ser apensada ao Estatuto dos Povos Indígenas.

Em vários encontros, os indígenas tem se posicionado contrários à mineração em seus territórios. Eles exigem que não apenas sejam consultados a respeito, mas que tenham poder de veto.

Os povos indígenas no Brasil sabem o que significa, em termos de impacto e destruição, a mineração nas terras indígenas.  Por ocasião do processo Constituinte, na década de oitenta, os interesses minerais nacionais e mundiais tentaram inviabilizar os direitos indígenas na nova Constituição. Montaram uma campanha midiática contra os povos indígenas e seus aliados, como o Cimi, jamais vista na recente história do país.

Os povos indígenas na América Latina sustentam uma luta secular contra o saque e destruição que a mineração vem promovendo em seus territórios. Na Bolívia, no Peru e no Equador, existe uma luta ferrenha contra a predatória e genocida exploração mineral em territórios indígenas, desde os Antes até a Amazônia.

A voracidade e truculência do poder mineral no mundo, nunca se conformou com o dispositivo constitucional que exige uma regulamentação especial para a exploração mineral em terras indígenas. Em vários momentos tentaram a aprovação no Congresso desse projeto de lei. Se aprovado, aos sobreviventes caberá contar a desgraça anunciada.

Eleições e primavera

Para os povos indígenas as eleições são apenas mais um momento de tapas nas costas, promessas de benefícios imediatas, sorrisos e rostos farisaicamente simpáticos. Para alguns, dos mais de 200 candidatos indígenas a vereador, é também o momento de levar a reflexão política para dentro das aldeias, para mostrar as possibilidades e limites de participar desse ritual da democracia formal, representativa. Tão diferente da democracia comunitária participativa das aldeias! É provável que mais de 30 lideranças indígenas sejam aprovados no ritual das urnas e tenham quatro anos de mandato, no estranho e complicado ninho das câmaras dos vereadores. Boa sorte aos que, como Otoniel Kaiowá Guarani, buscam a reeleição, na estreita margem de luta pelos direitos de seu povo, especialmente à terra e os recursos naturais nelas existentes.

A primavera explode em beleza rara, no serrado em flor. Cagaita com suas minúsculas flores e folhas de cores variadas são de encher os olhos e regar o coração, numa infinita série maravilhosa de imagens gravadas em nossos atentos olhares. As flores do pequizeiro recebem inúmeras abelhas entre seus brancos filetes com bolinhas nas pontas. As árvores que há poucos dias espetavam o céu desnudas, agora colocam suas novas vestes para engalanar a primavera com seus verdes tons, e sons dos pássaros, das cigarras e inúmeros viventes encantados.

No embalo da primavera a vida é mais vida, a esperança galopa na beleza abundante da natureza que renasce em cada olhar atento e desabrocha em gratidão à mãe terra.

No dia da "pacificação"

Convite irrecusável. Colegas do Cimi em Florianópolis convidaram para falar da "Vivência contra os Povos Indígenas", e juntamente com o Kaiowá Guarani Elizeu Lopes, debater a situação dos povos indígenas no Mato Grosso do Sul. Não poderia deixar de falar sobre a trajetória de luta e compromisso com os povos indígenas, uma vez que foi com os Kaingang, Guarani e Xokleng que iniciei a trajetória de 40 anos de aprendizado e luta com os habitantes primeiros desta terra. Eram quase 100 alunos indígenas de um curso de licenciatura na Universidade Federal de Santa Catarina.

Ao final da conversa, os Xokleng pediram um tempo para apresentar algo sobre a data de 22 de setembro, que além do início da primavera, para eles tinha um significado especial. Fazia exatos 98 anos em que eles decidiram fazer contato pacífico com os brancos. É considerado o dia da "pacificação", ou seja, quando eles decidiram manter contato com a equipe de atração do Serviço de Proteção ao Índio (SPI). Assim como os Kaingang, os Xokleng se mantiveram isolados e resistentes ao contato até o início do século 20. E a resistência deles foi a razão da criação do SPI, em 1910.

Egon Heck
Cimi 40 anos, início de primavera de 2012.